Cursinho para conselheiros
Em sessão extraordinária, a Câmara aprovou a extinção da necessidade de prova de conhecimento para os candidatos ao Conselho Tutelar. A partir de agora, quem quer ser conselheiro terá de passar por capacitação. O presidente da Câmara, Silvio Machado, PT, apresentou emenda ao projeto, instituindo a apresentação da escolaridade na posse, enquanto Edegar Franco incluiu o adiantamento do município para despesas de pronto pagamento. Já, a vereadora Téia Pereira fez a emenda que concede benefícios aos conselheiros para o recimento de vantagens como servidores públicos municipais
Para quem chegou até este blog por acaso ou engano:
Aqui se escreve sobre a política e o modo de viver de uma cidade chamada Bagé, localizada no Sul do Rio Grande do Sul, um Estado da República do Brasil, no continente Americano do Sul. Aqui também se ironiza e se cultiva o bom humor, mas principalmente, lembra-se às autoridades que não se legisla ou governa de qualquer jeito, sem responsabilidade ou sem o olhar envolvente de quem está atento às coisas do mundo.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
FRASES
“O secretário do Meio Ambiente é uma figura decorativa. Não sei pra que criaram esta secretaria. Só serve para empregar o amigo do rei.”
Gustavo Morais, PMDB
“Deixem esse homem trabalhar. É isso que peço pra vocês.”
Ivan Casartelli, do PRB, aos vereadores (o homem no caso é o prefeito)
“Será que a nossa gente não sabe colocar carne dentro de uma tripa?”
Gustavo Morais, falando de desenvolvimento, indignado com tanta linguiça de fora no mercado de Bagé
“O secretário do Meio Ambiente é uma figura decorativa. Não sei pra que criaram esta secretaria. Só serve para empregar o amigo do rei.”
Gustavo Morais, PMDB
“Deixem esse homem trabalhar. É isso que peço pra vocês.”
Ivan Casartelli, do PRB, aos vereadores (o homem no caso é o prefeito)
“Será que a nossa gente não sabe colocar carne dentro de uma tripa?”
Gustavo Morais, falando de desenvolvimento, indignado com tanta linguiça de fora no mercado de Bagé
sexta-feira, 6 de maio de 2011
DUDU BOM OU RUIM?
A dúvida que teima em azucrinar a cabeça de dirigentes partidários, vereadores e agentes politicos em geral de Bagé é: O governo de Dudu Colombo está bom ou está ruim?
Se alguém perguntar para o vereador Ivan Casartelli, por exemplo, ele vai dizer que está excelente e, talvez, que “nunca antes na história política deste município um governo esteve tão bem”.
Mas, se alguém questionar o ex-prefeito Luiz Fernando Mainardi, o velho caquete nervoso volta e ele executa, na hora: “Horrível.” Quem sabe, sendo ameno, diga: Péssimo.
Alguns, como o radialista e colunista deste jornal, Edegar Muza, afirmam que o povo está gostando. Porém, há na própria prefeitura, aliados, que preferem não comentar e demonstram na face e na linguagem corporal que a coisa não está boa.
Tal dúvida a respeito da administração petista em Bagé está levando os dirigentes partidários, incluindo a base do governo, a abrir portas para novas perspectivas em 2012. Entre esses, o PSB e PCdoB. E há quem diga que o PR começa a perceber que um outro mundo é possível além da coleira petista.
Outro dia, o prefeito declarou em ato público, segundo comentários republicanos, que existe uma obra sua em cada canto da cidade.
Os vereadores apontam um grande problema em cada uma dessas obras, do saneamento na zona leste à condução do Programa Esporte e Lazer.
A dúvida não havia em 2004, quando o PT levou Mainardi à reeleição sem entraves internos. Aliás, naquela ocasião a oposição foi ao pleito com três candidatos. Todos sabiam que era uma missão quase impossível e utilizaram-se de duas desculpas para entrar na eleição: abrir o verbo para declarar aos quatro cantos coisas erradas da admnistração Mainardi e fortalecimento de partido. O discurso da linha ideológica também esteve presente, mas em menor proporção, como foi o caso da união PP, PFL e PTB. Esses três partidos não poderiam apoiar Mainardi, não naquele momento.
O PSTU, embora tenha apresentado candidatura, não entra na lista.
Hoje, a situação é diferente. Se em 2004 o consenso geral era “jogar” para não tomar goleada e em 2008 havia uma esperança, em 2012, o que surge é a possibilidade real de emplacar uma candidatura, como disse essa semana Bayard Paschoa, do PPS, com densidade administrativa e eleitoral.
A dúvida em torno da avaliação do governo possibilita que a oposição dê sinais de maturidade. Se alguém quiser ‘apear” Dudu da Prefeitura terá de demonstrar a maturidade política que faltou aos partidos em outros anos.
O quadro abaixo procura ilustrar o que aconteceu nos últimos 20 anos. Em determinadas ocasiões, é possível observar a falta de madureza dos dirigentes partidários.
A dúvida que teima em azucrinar a cabeça de dirigentes partidários, vereadores e agentes politicos em geral de Bagé é: O governo de Dudu Colombo está bom ou está ruim?
Se alguém perguntar para o vereador Ivan Casartelli, por exemplo, ele vai dizer que está excelente e, talvez, que “nunca antes na história política deste município um governo esteve tão bem”.
Mas, se alguém questionar o ex-prefeito Luiz Fernando Mainardi, o velho caquete nervoso volta e ele executa, na hora: “Horrível.” Quem sabe, sendo ameno, diga: Péssimo.
Alguns, como o radialista e colunista deste jornal, Edegar Muza, afirmam que o povo está gostando. Porém, há na própria prefeitura, aliados, que preferem não comentar e demonstram na face e na linguagem corporal que a coisa não está boa.
Tal dúvida a respeito da administração petista em Bagé está levando os dirigentes partidários, incluindo a base do governo, a abrir portas para novas perspectivas em 2012. Entre esses, o PSB e PCdoB. E há quem diga que o PR começa a perceber que um outro mundo é possível além da coleira petista.
Outro dia, o prefeito declarou em ato público, segundo comentários republicanos, que existe uma obra sua em cada canto da cidade.
Os vereadores apontam um grande problema em cada uma dessas obras, do saneamento na zona leste à condução do Programa Esporte e Lazer.
A dúvida não havia em 2004, quando o PT levou Mainardi à reeleição sem entraves internos. Aliás, naquela ocasião a oposição foi ao pleito com três candidatos. Todos sabiam que era uma missão quase impossível e utilizaram-se de duas desculpas para entrar na eleição: abrir o verbo para declarar aos quatro cantos coisas erradas da admnistração Mainardi e fortalecimento de partido. O discurso da linha ideológica também esteve presente, mas em menor proporção, como foi o caso da união PP, PFL e PTB. Esses três partidos não poderiam apoiar Mainardi, não naquele momento.
O PSTU, embora tenha apresentado candidatura, não entra na lista.
Hoje, a situação é diferente. Se em 2004 o consenso geral era “jogar” para não tomar goleada e em 2008 havia uma esperança, em 2012, o que surge é a possibilidade real de emplacar uma candidatura, como disse essa semana Bayard Paschoa, do PPS, com densidade administrativa e eleitoral.
A dúvida em torno da avaliação do governo possibilita que a oposição dê sinais de maturidade. Se alguém quiser ‘apear” Dudu da Prefeitura terá de demonstrar a maturidade política que faltou aos partidos em outros anos.
O quadro abaixo procura ilustrar o que aconteceu nos últimos 20 anos. Em determinadas ocasiões, é possível observar a falta de madureza dos dirigentes partidários.
PANAMORAMA DAS ELEIÇÕES PARA PREFEITO EM 20 ANOS
1992
Era prefeito Luis Kalil, vice Carlos Azambuja - PDS
Candidato - Coligação - Votos
Luiz Alberto Vargas - PDT/PTB/PSDB/PCdoB - 21.230
Fernandinho Teixeira - PDS/PMDB/PL/PFL/PRN - 18.719
Luiz Fernando Mainardi - PT/PSB - 16.243
1996
Era prefeito Vargas, vice Sapiran Brito - PDT
Candidato - Coligação - Votos
Carlos Sá Azambuja - PPB/PFL/PL/PSDB/PTdoB -31 .025
Luiz Fernando Mainardi - PT/PMDB - 27.970
Olnei Francisco Gomes - PTB - 2.132
Cristina (Tininha) Maurente - PSB/PPS/PCdoB - 1.288
PS.: O PDT que detinha a Prefeitura, não apresentou candidato, nem coligou oficialmente
2000
Era prefeito Carlos Azambuja, vice Guarani de Bem - PPB
Candidato - Coligação - Votos
Luiz Fernando Mainardi - PT/PDT/PCdoB/PCB - 28.157
Carlos Sá Azambuja - PPB/PSDB/PMDB/PL/PSN - 25.031
Guarani de Bem - PFL - 5.671
Carlos Alberto Fico - PSB/PPS - 3.008
Clementino Molina - PTB - 2.760
- A reeleição para prefeito passou a ser Lei
2004
Era prefeito Luiz Mainardi, vice Jucelino Santos - PT/PDT
Candidato - Coligação - Votos
Luiz Mainardi - PT/PSB/PL/PPS/PCdoB/PCB/PSDB - 42.390
Sonia Gomes Leite - P/PFL/PTB -16.672
Jucelino Rosa dos Santos - PFL - 5.106
Pedro Sabella - PMDB - 2.382
Jackson Kamphorst - PSTU - 806
2008
Era prefeito Luiz Mainardi, vice Bayard Paschoa - PT/PSB
Candidato - Coligação - Votos
Dudu Colombo - PT/PSB/PR/PRB/PCB/PSC/PV - 35.747
Fernando Teixeira - PMDB/PDT/DEM/PHS/PTdoB - 23.273
Antenor Teixeira - PP/PSDB/PTB - 6.964
Bayard Paschoa renunciou na última semana em favor do candidato Fernando Teixeira.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Jussara Carpes prefeita de Bagé
Se manter sua decisão até o início do ano que vem, concorre com o atual prefeito, Dudu Colombo.
Jussara pertence a corrente interna Unidade na Luta, enquanto Dudu é da Democracia Socialista.
Embora alguns partidários teimem em defender a não realização das prévias, a maioria do PT está decidida a organizar o Processo de Eleição Direta.
Em 2004, para a reeleição de Mainardi, houve consenso. Agora, não.
A vereadora Jussara Carpes está dispostas a concorrer nas eleições prévias do Partido dos Trabalhadores para definir quem concorrerá à Prefeitura em 2012.
Se manter sua decisão até o início do ano que vem, concorre com o atual prefeito, Dudu Colombo.
Jussara pertence a corrente interna Unidade na Luta, enquanto Dudu é da Democracia Socialista.
Embora alguns partidários teimem em defender a não realização das prévias, a maioria do PT está decidida a organizar o Processo de Eleição Direta.
Em 2004, para a reeleição de Mainardi, houve consenso. Agora, não.
Sonia x Ivan
A subida à tribuna da Câmara por parte da vereadora Sonia Leite, do PP, nesta segunda-feira, 2 de maio, ocorreu por um motivo específico: responder ao vereador Ivan Casartelli, do PRB, que na sessão de quinta-feira, 28, disse que ela deveria olhar para trás e ver o que o seu governo fez, "pois deixou Bagé um caos". Em seguida, ao perceber um sorriso de Sonia, pediu que ela não risse: "Não ria, vereadora. A senhora diz um monte de bobagem e eu não rio."
Eis um trecho da resposta da vereadora:
“Vereador Ivan Casartelli, o senhor e nem ninguém me calará! Nada me calará! Tenho posição e orgulho em pertencer ao Partido Progressista.
Meu voto vem única e exclusivamente do meu trabalho, que com muito orgulho é a comunidade e voluntários que abraçam e apoiam.
Meus projetos é do conhecimento de todos. Trabalho muito para corresponder a expectativa das pessoas que confiaram o voto em mim.E também daqueles que hoje passaram a me conhecer e com isso conquistei a sua credibilidade.
Isto o senhor chama de bobagens??”
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Nenê Fara é o presidente
do PDT em chapa única
| Jucelino Rosa dos Santos recepcionou os partidários na frente da sede |
530 filiados compareceram para votar. Sendo 525 em favor de Nenê Fara para presidente. Dos cinco votos que não valeram, dois foram nulos, por optar pelo grupo de Sapiran, e três em branco.
A direção executiva do PDT deve ter:
Presidente: Ademar Fara
Vice-presidente:
Aroldo Barcellos
2º vice-presidente:
João Maia dos Santos
Secretária:
Helenara Ianzer
Tesoureiro:
Neimar Rodrigues
domingo, 1 de maio de 2011
Livros aprovados pelo MEC
criticam FHC e elogiam Lula
Obras atacam privatizações feitas pelo tucano e minimizam o mensalão. Comissão formada por professores avalia os livros, que são usados por 97% das escolas da rede pública de ensino
Luiz Bandeira e Rodrigo Vizeu, da Folha de S. Paulo
Livros didáticos aprovados pelo MEC (Ministério da Educação) para alunos do ensino fundamental trazem críticas ao governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e elogios à gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Uma das exigências do MEC para aprovar os livros é que não haja doutrinação política nas obras utilizadas.
O livro "História e Vida Integrada", por exemplo, enumera problemas do governo FHC (1995-2002), como crise cambial e apagão, e traz críticas às privatizações.
Já o item "Tudo pela reeleição" cita denúncias de compra de votos no Congresso para a aprovação da emenda que permitiu a recondução do tucano à Presidência.
O fim da gestão FHC aparece no tópico "Um projeto não concluído", que lista dados negativos do governo tucano. Por fim, diz que "um aspecto pode ser levantado como positivo", citando melhorias na educação e a Lei de Responsabilidade Fiscal.
Já em relação ao governo Lula (2003-2010), o livro cita a "festa popular" da posse e diz que o petista "inovou no estilo de governar" ao criar o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social.
O escândalo do mensalão é citado ao lado de uma série de dados positivos.
Afonso Hamm propõe
Sessão dos 200 Anos
Está marcada para o dia 12 de julho, às 10h, em Brasília, a sessão solene em homenagem ao bi-centenário de Bagé. A proposta é do deputado federal Afonso Hamm, que apresentou nesta semana no plenário da Câmara dos Deputados, um requerimento visando homenagear essa importante data.
Bagé caminha rumo às comemorações de um importante marco histórico: o ano em que celebra 200 anos de fundação, em vista disso, o deputado que é natural de Bagé, resolveu assinalar essa data durante sessão solene na Câmara dos Deputados. O município de Bagé foi emancipado no dia 17 de julho de 1811.
terça-feira, 26 de abril de 2011
AVISO AOS LEITORES
E UM RECADO MUITO ÚTIL AOS BLOGS
Nos próximos dois dias não vou escrever nada por aqui. A causa é a nova atividade que estou exercendo no Jornal Folha do Sul. Preciso reorganizar, definir uma nova linha editorial e o layout da publicação diária.
Para escrever Pílulas Políticas impressa e Pílulas Políticas online é necessário concentração e dedicação, pois em política (em outras áreas também, acredito) qualquer vacilo na opinião, os "bandidos" logo pensam em processar o escrivinhador.
Quanto ao recado muito útil aos blogs, é o seguinte: Nunca deixe de postar diariamente. A postagem diária mantem um público fiel.
Estou muito feliz de chegar a 800 visitas diárias em determinadas ocasiões. Afinal, comentamos sobre um universo pequeno (Bagé) e o tema é política, restrito. Portanto, é muito bom chegar a tanta gente lendo o que a gente expressa.
Obrigado, aguardem.
E conto com todos. Lá e aqui.
P.S.: Que música espetacular essa aí, de cima. Que músicos espetaculares.
PDT joga sábado...
![]() |
| Sapiran Brito |
Mas, atente-se o leitor para o que está acontecendo com o PT, o PMDB e o PDT. Principalmente, esses três partidos.
A sigla que comanda o município há onze anos vive um momento implosivo. O clima de guerra instaurado nas hostes petistas é algo quase inacreditável. E o assunto é tão grave e tão ameaçador para a reeleição do prefeito Dudu, que ele resolveu fazer mudanças e mexidas alienígenas na sua administração sem que uma “viva alma” aliada gritasse. A turma do Mainardi não conta. O grito referido deveria surgir do próprio time do prefeito atual. Nada. Nem um pio. Mesmo que PSB e PCdoB falem, parecem apenas vagar como almas penadas nas escadarias do Paço Municipal.
| Nenê Fara |
O PDT, sem mando ou comando algum, entra no governo num ardil que só consegue a explicação político-institucional do nome de Sapiran Brito e suas relações com a cultura, jamais como ente pedetista. Ora, se é o PDT que Dudu Colombo quer, que busque outra estratégia. Do jeito que aconteceu, Sapiran Brito precisa ganhar o diretório do partido e anunciar que não será candidato a prefeito, seu sonho maior. O atual secretário de Cultura não é marinheiro de primeira viagem para acreditar que deve apoiar Dudu em 2012 para ter a contrapartida do apoio à sua candidatura em 2016. Quem conhece o PT não faz esse tipo de acordo com o PT. O partido é maior que a promessa de um de seus membros.
Outro dia um petista da ala do prefeito disse ao colunista que a gestão de Sapiran na Cultura alavancará a reeleição de Dudu Colombo. Mas, não é essa a aposta do prefeito. Nem poderia. Só um maluco acreditaria nisso. E Dudu não é maluco. Ou é?
E o PMDB onde entra nisso tudo?
O PMDB era o principal aliado do PDT, até ontem. Agora tudo virou confusão.
Fernando Teixeira é o candidato natural da sigla com seus 23 mil votos a prefeito em 2008, o vice era Nenê Fara. Acontece que, hoje, Gustavo Morais está com o diretório ao seu lado. Fernandinho terá de permanecer apreciando o horizonte em sua propriedade de Aceguá, pois cometeu o engano de acreditar num bom desempenho em 2010 como candidato a deputado estadual. Fez fiasco. Alguns afirmam que não tinha como voltar atrás, sua candidatura era útil para o chefe Alceu Moreira na caminhada rumo à Câmara Federal. E foi.
O alvo de conquista de Gustavo hoje é o PP. Ele quer ser candidato e do PP pretende arrancar seu vice.
Quanto ao PDT e suas possíveis alianças, depende da convenção de sábado. É o grande jogo. Um clássico. Se o estádio lotar, se uma multidão de filiados comparecer, não haverá quem segure o ânimo do partido. Agora, se restar meia dúzia de gato pingado, muitos refletirão se vale mesmo a pena tentar ressuscitar o moribundo, uma espécie de time da terceira divisão..
Apesar de tudo, haja o que houver, o PDT quer ter candidatura própria, ainda em 2012. Enquanto isso, o prefeito Dudu busca aliados.
E o PMDB corre por fora.
SERVIÇO DO JOGO
Convenção Municipal do PDT
Sábado, 30 de abril de 2011
Votação das 10h às 17h
Votam filiados ao PDT até o dia 15 de abril de 2011
Duas chapas concorrem
Ouvi dizer que o problema maior da Prefeitura é gerenciamento. Os trabalhos não andam como deveriam andar por falta de comando, de fiscalização, de “ficar em cima”.
Ouvi dizer que com o ex-prefeito Mainardi era bem diferente. E isso os funcionários da Prefeitura sentem. Mainardi cobrava, ia em cima. “Não dava moleza”, ouvi.
Ouvi dizer que a corrida maior das duas chapas do PDT, uma liderada por Sapiran Brito e a outra por Nenê Fara (ou, como escreveria Gilmar de Quadros, leia-se Jucelino) é na conquista dos pedetistas antigos, os denominados históricos.
Ouvi dizer que o vereador Gustavo Morais, do PMDB, já tem pronto o projeto que transforma a taxa d’água do DAEB em tarifa.
Ouvi dizer que repercutiu na Prefeitura as críticas da vereadora Jussara Carpes, do PT, ao apagão no Reluz de Bagé, com várias lâmpadas queimadas e sem reposição.
Ouvi dizer que a mudança na rotina do bairro Malafaia e arredores com a Unipampa é algo a ser pensado e planejado para uma ação efetiva. O que deveria ter sido feito antes. A mudança é radical.
Ouvi dizer que em Bagé já tem, no mínimo, sete pré candidatos à Prefeitura, do PT são três, do PMDB dois, do PDT um e do PTB um
Ouvi dizer que com o ex-prefeito Mainardi era bem diferente. E isso os funcionários da Prefeitura sentem. Mainardi cobrava, ia em cima. “Não dava moleza”, ouvi.
Ouvi dizer que a corrida maior das duas chapas do PDT, uma liderada por Sapiran Brito e a outra por Nenê Fara (ou, como escreveria Gilmar de Quadros, leia-se Jucelino) é na conquista dos pedetistas antigos, os denominados históricos.
Ouvi dizer que o vereador Gustavo Morais, do PMDB, já tem pronto o projeto que transforma a taxa d’água do DAEB em tarifa.
Ouvi dizer que repercutiu na Prefeitura as críticas da vereadora Jussara Carpes, do PT, ao apagão no Reluz de Bagé, com várias lâmpadas queimadas e sem reposição.
Ouvi dizer que a mudança na rotina do bairro Malafaia e arredores com a Unipampa é algo a ser pensado e planejado para uma ação efetiva. O que deveria ter sido feito antes. A mudança é radical.
Ouvi dizer que em Bagé já tem, no mínimo, sete pré candidatos à Prefeitura, do PT são três, do PMDB dois, do PDT um e do PTB um
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Pílulas segue assim ou muda
e viro editor de jornal
Nos últimos dias (uma semana, dez dias, talvez), houve mudança na atualização do blog. Está mais lento.
Existe uma explicação simples. A direção da FOLHA DO SUL me convidou para assumir a editoria do jornal.
Ser editor é diferente de ser colunista. O editor representa o pensamento do jornal, enquanto o Gladimir Aguzzi colunista político analisa e opina representando o Gladimir Aguzzi e sua perspectiva próxima ao independente (afinal é difícil ser 110% livre).
É claro que gostaria de ser editor de um jornal da minha terra, onde conheço cada canto, hábitos e costumes, as idiossincrasias (em todas as matizes cretinas, superficiais e bondosas) - naturais e importadas.
O grande problema que observo nos meios de comunicação são seus limites comerciais e institucionais. Assim, notícias viram tabus e muitos se tornam editores ou conselheiros fantasmas, ceifadores da informação.
"Ué, mas existe isso?", dirão alguns. Sempre. Aqui, em Nova York ou no Deserto de Gobi.
Não é a primeira vez que me deparo com esse "SER OU NÃO SER" da imprensa e nem quero que seja a última.
É isso. Penso e o tempo de pensar acaba hoje.
Aceitando a editoria, preciso mudar Pílulas Politicas.
e viro editor de jornal
Nos últimos dias (uma semana, dez dias, talvez), houve mudança na atualização do blog. Está mais lento.
Existe uma explicação simples. A direção da FOLHA DO SUL me convidou para assumir a editoria do jornal.
Ser editor é diferente de ser colunista. O editor representa o pensamento do jornal, enquanto o Gladimir Aguzzi colunista político analisa e opina representando o Gladimir Aguzzi e sua perspectiva próxima ao independente (afinal é difícil ser 110% livre).
É claro que gostaria de ser editor de um jornal da minha terra, onde conheço cada canto, hábitos e costumes, as idiossincrasias (em todas as matizes cretinas, superficiais e bondosas) - naturais e importadas.
O grande problema que observo nos meios de comunicação são seus limites comerciais e institucionais. Assim, notícias viram tabus e muitos se tornam editores ou conselheiros fantasmas, ceifadores da informação.
"Ué, mas existe isso?", dirão alguns. Sempre. Aqui, em Nova York ou no Deserto de Gobi.
Não é a primeira vez que me deparo com esse "SER OU NÃO SER" da imprensa e nem quero que seja a última.
É isso. Penso e o tempo de pensar acaba hoje.
Aceitando a editoria, preciso mudar Pílulas Politicas.
sábado, 23 de abril de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Emanuel Müller deve assumir
a Comunicação da Prefeitura
| Emanuel Müller na cobertura das eleições 2010, pela Rádio Difusora |
Emanuel Müller deve ocupar o lugar de Marcela Mello, a coordenadora que entrará em licença maternidade.
Se gostar e tudo correr bem, fica.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
O afeto de Bagé
Morreu Paulo Figueredo, o Paulinho Vesgo. Aquele que Bagé elegeu vereador em 2000, pelo Partido Socialista Brasileiro, com 980 votos.
Foi o décimo mais votado numa Câmara de 21 eleitos.
O PSB elegeu dois vereadores. O outro era Ubaldo Saraçol, que morreu em 2007.
Paulinho não entendia de política, não gostava de política e não se importava com essa história de ideologias partidárias. Bobagem! Pura bobagem! Assim como também nunca disse que seu negócio era o pragmatismo, que fazia as coisas sem ver cor partidária. Embora fosse possível. Mas isso não era discurso pra ele.
Paulinho... era o Paulinho Vesgo, que um dia tentou mudar seus olhos para deixar de ser vesgo e “trocar de sobrenome”. Sim. O codinome virou outro nome. Aí, não deu, porque algum médico disse que era melhor ficar com os olhos como estavam por não haver garantia na cirurgia.
Quando foi eleito vereador, em outubro de quase onze anos atrás, Paulinho não ouviu de seus eleitores, pelo menos boa parte deles, “quero ver o que tu vais fazer agora”. Não.
Paulinho nunca ouviu de seus eleitores essa cobrança, porque eles sabiam - e só eles sabiam , mais ninguém, que votaram em Paulinho para colocá-lo no serviço público municipal.
O povo de Bagé, como um ato de afeto, ofereceu ao seu filho vesgo uma segurança financeira por quatro anos. Era um pedido de desculpas, era uma indenização pelo bullying, pela ofensa sofrida.
Mas, Paulinho não sabia disso. Ou sabia e se fazia de desentendido. Ele gostava de se fazer de desentendido.
Um dia num bar na rua Monsenhor Costábile, quando era o Bar da Iza, alguém disse que se tratava de uma “brincadeira”, sua eleição era uma “gozação” das pessoas . Ele riu. Não se importou. Não comentou. Não era com ele.
Na verdade, aquele alguém que disse o que disse para ofender Paulo Figueredo, não sabia nada de nada da alma das pessoas, da dívida imensa que brotava no coração dos bageenses. Não sabia ele que Paulinho Vesgo era filho desta terra, um filho que todos conheceram, homossexual escancarado, com mil trejeitos, alegrias e tristezas, carnaval, futebol e companheiros de trago.
Foi feliz o Paulinho Vesgo, feliz nos lugares em que frequentava.
Feliz com o carnaval da Aliança ou com um gol do Guarany. Feliz nos cabarés e bares de Bagé. Feliz de poder dar opinião em assuntos que não era chamado. Feliz, dentro dessas limitações que a felicidade nos impõe.
Só para o holofote
Coisa triste é a falta de atenção e vontade de um governante. Em várias ocasiões, eventos interessantes e importantes acontecem na cidade e o prefeito ou o secretário ou o vereador aparecem um pouco para serem vistos e somem.
Foi assim na Galponeira, domingo, dia 17, no Parque do Gaúcho. Estava na penúltima música, antes da entrega dos prêmios, quando chegou o prefeito Dudu Colombo. Na certa, avisado por algum assessor que "já está na hora de aparecer, prefeito!". Em seguida, ocorreu a solenidade de premiação, entre parabéns e "merecido" aos artistas, aquela sensação de "nem sei que música esse cara cantou".
Assim ocorreu na apresentação do Plano de Desenvolvimento Econômico, no auditório do Museu Dom Diogo de Souza, segunda-feira, 18, o presidente da Câmara Silvio Machado, a vice-presidente Jussara Carpes e o secretário Divaldo Lara não permaneceram até o fim. Foram chamados à mesa para a assinatura dos atos de governo, mas já estavam longe do local.
E isto que a Câmara patrocinou o evento com R$ 60 mil. .
Coisa triste é a falta de atenção e vontade de um governante. Em várias ocasiões, eventos interessantes e importantes acontecem na cidade e o prefeito ou o secretário ou o vereador aparecem um pouco para serem vistos e somem.
Foi assim na Galponeira, domingo, dia 17, no Parque do Gaúcho. Estava na penúltima música, antes da entrega dos prêmios, quando chegou o prefeito Dudu Colombo. Na certa, avisado por algum assessor que "já está na hora de aparecer, prefeito!". Em seguida, ocorreu a solenidade de premiação, entre parabéns e "merecido" aos artistas, aquela sensação de "nem sei que música esse cara cantou".
Assim ocorreu na apresentação do Plano de Desenvolvimento Econômico, no auditório do Museu Dom Diogo de Souza, segunda-feira, 18, o presidente da Câmara Silvio Machado, a vice-presidente Jussara Carpes e o secretário Divaldo Lara não permaneceram até o fim. Foram chamados à mesa para a assinatura dos atos de governo, mas já estavam longe do local.
E isto que a Câmara patrocinou o evento com R$ 60 mil. .
A volta da "escuridão"
A vereadora Jussara Carpes, do PT, disse na Sessão Ordinária da Câmara, segunda-feira, 18, que o Projeto Reluz, aquele da iluminação pública, já está comprometido em Bagé pela falta de reposição de lâmpadas. "A cidade volta a ficar às escuras", disse Jussara. E foi além: "Talvez, o salto para o futuro anunciado na programação dos 200 possa englobar esta questão junto com a melhoria do entorno das escolas, para dar mais segurança aos alunos."
A vereadora Jussara Carpes, do PT, disse na Sessão Ordinária da Câmara, segunda-feira, 18, que o Projeto Reluz, aquele da iluminação pública, já está comprometido em Bagé pela falta de reposição de lâmpadas. "A cidade volta a ficar às escuras", disse Jussara. E foi além: "Talvez, o salto para o futuro anunciado na programação dos 200 possa englobar esta questão junto com a melhoria do entorno das escolas, para dar mais segurança aos alunos."
terça-feira, 19 de abril de 2011
Bases para desenvolver
Bagé e a Região da Campanha
Foram lançadas as bases do Plano de Desenvolvimento Econômico de Bagé- PDE, trabalho que começou a ser elaborada em julho de 2009. Assim, a Prefeitura, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, apresenta aos bageenses as estratégias, os projetos e ações para o desenvolvimento regional, baseados em três eixos: sistema de produção agropecuária, consolidação de Bagé como cidade-polo e infraestrutura e meios de financiamento e gestão.
Os três eixos são fundamentais e se completam. A seguir, um resumo do conceito de cada um dos eixos.
1. Fortalecimento do Sistema Agroalimentar
Os fóruns de estudos e o grupo de trabalho demonstram a necessidade dos produtores e agentes públicos do setor primário reconhecerem os erros e enfraquecimento do setor. Só assim será possível buscar mecanismos de fortalecimento. Na matriz produtiva atual, de bovinos e ovinos, principalmente, existe uma série de gargalos relacionados à inovação e mercado. Os setores como fruticultura, apicultura, hortigranjeiros e leite tem potencial de crescimento, mas passam por enormes dificuldades. Incluem-se problemas de gestão e necessidade de aumento de produção.
As possibilidades de fortalecer e diversificar a matriz produtiva irá passar pela capacidade de fomentar a pesquisa para o desenvolvimento local, formar recursos humanos qualificados e oferecer novas tecnologias aos agentes econômicos da cidade.
O plano de desenvolvimento prevê utilizar instituições de ensino superior, o Instituto Federal IFSUL, a Embrapa, Emater e Fepagro. O trabalho de constituir um centro gestor de pesquisa, integrado ao Governo do Estado, fica sob responsabilidade da Prefeitura.
Assim, com esses fundamentos, a proposta é tornar Bagé um Centro Regional de Pesquisa, novação e de Qualificação de Recursos Humanos.
Dentro desse primeiro eixo, destacam-se:
- Beneficiar as principais atividades econômicas da economia bageense;
- Potencializar outras atividades econômicas dentro do setor primário, já presentes de forma inicial.
- Desenvolver a Região da Campanha de forma integrada com a criação da Agência de Desenvolvimento Regional.
2. Bagé Cidade Polo
O município recebe diariamente centenas de pessoas da região em busca de serviços nas áreas da saúde, educação, comércio, justiça, segurança, etc. O problema é a precariedade de dinamismo dos serviços oferecidos. Portanto, é preciso assumir a condição de cidade polo e capacitar os serviços para suprimir a demanda regional. Como disse o consultor do PDE, economista Carlos Águedo Paiva, “não é necessário concorrer com os municípios vizinhos para saber quem está crescendo mais, Bagé é a cidade polo e tem que usufruir do crescimento de Candiota, Hulha, Aceguá, Dom Pedrito...”
Objetivos: - Qualificar o tecido econômico urbano, consolidar-se como cidade turística, cultural e de lazer e articular Bagé com cidades uruguaias e argentinas (fronteiras).
3. Infraestrutura, financiamento e gestão do PDE
Nenhum dos eixos anteriores pode prosperar sem este terceiro, que é a sustentação básica.
Na infraestrutura, as necessidades são bastante conhecidas e amplamente debatidas, como a mobilidade urbana, estradas municipais em condições, o abastecimento de água, a conclusão do anel rodoviário e a pavimentação de algumas vias troncais.
Outras carências já estão com soluções sendo buscadas, como a abertura de voos comerciais e a ampliação e reestruturação dos serviços ferroviários.
A busca de investimentos passa pela criação da Agência Regional de Desenvolvimento com um banco de projetos e escritório em Brasília.
Porém, segundo os estudos realizados, será decisivo que todas as ações sejam coordenadas pelo governo e a sociedade civil, através da criação efetiva do Forum Permanente de Desenvolvimento.
Portanto, são objetivos específicos:
- Dotar Bagé e a região de infraestrutura e logística capazes de potencializar o desenvolvimento local.
- Estruturar informações sobre instituições financeiras e disponibilizá-las ao setor produtivo, organizar projetos de financiamento, mapear alternativas, planejar e estabelecer escala de prioridades.
Entre os 20 melhores municípios
A equipe de organização do plano acredita que a realização da metas eleve Bagé no ranking dos maiores Produtos Internos Brutos dos municípios do Rio Grande do Sul da atual 290 posição para entre os 20 maiores em duas décadas, na perspectiva de longo prazo.
Na classificação do Ìndice de Desenvolvimento Socioeconômico, que nos estudos de 2007 colocava Bagé em 340 lugar, para uma posição entre os 20 primeiros.
Esta página extraiu o texto aqui descrito do livro do Plano de Desenvolvimento Econômico 2011-2031, lançado pela Prefeitura de Bagé, com apoio da EdiUrcamp, Banco Mundial e Câmara de Vereadores de Bagé.
Não há dúvida que, desde Jorge Reis, em 1911, não era feito um estudo tão amplo e detalhado sobre o município, guardadas as proporções de geografia e densidade populacional.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Ouvi dizer que o problema do PDT não é filiar mais gente, mas incentivar os já filiados a votar na convenção.
Ouvi dizer que o vereador Divaldo Lara apurou que a Prefeitura de Bagé voltou ao Cadastro de Inadimplentes (Cadin). Deve ser tema de seu pronunciamento na quinta.
Ouvi dizer que o prefeito Dudu Colombo não compareceu à reunião do PT com os vereadores porque não estava em pauta, embora o Executivo estivesse no epicentro da discussão.
Ouvi dizer que a leitura de poema de poetas bageenses por parte dos vereadores na tribuna da Câmara está destruindo obras de arte.
Ouvi dizer que o ex-prefeito Mainardi deve esclarecer essa história de passagem integrada gratuita ou não.
Ouvi dizer que o secretário Eduardo Mendes se queixou porque não foi defendido pelo atual secretário dos Transportes Milton César, na questão da passagem integrada. Calou-se.
Ouvi dizer que o sonho de Gustavo Morais em sua trajetória para a Prefeitura de Bagé é ter Sonia Leite como vice.
Ouvi dizer que a reunião da Mulher Progressista, braço do PP, hoje, terça-feira, 16h30min, na rua Marechal Deodoro, terá como tema principal a elaboração de estratégias de chamamento às mulheres.
Ouvi dizer que o vereador Divaldo Lara apurou que a Prefeitura de Bagé voltou ao Cadastro de Inadimplentes (Cadin). Deve ser tema de seu pronunciamento na quinta.
Ouvi dizer que o prefeito Dudu Colombo não compareceu à reunião do PT com os vereadores porque não estava em pauta, embora o Executivo estivesse no epicentro da discussão.
Ouvi dizer que a leitura de poema de poetas bageenses por parte dos vereadores na tribuna da Câmara está destruindo obras de arte.
Ouvi dizer que o ex-prefeito Mainardi deve esclarecer essa história de passagem integrada gratuita ou não.
Ouvi dizer que o secretário Eduardo Mendes se queixou porque não foi defendido pelo atual secretário dos Transportes Milton César, na questão da passagem integrada. Calou-se.
Ouvi dizer que o sonho de Gustavo Morais em sua trajetória para a Prefeitura de Bagé é ter Sonia Leite como vice.
Ouvi dizer que a reunião da Mulher Progressista, braço do PP, hoje, terça-feira, 16h30min, na rua Marechal Deodoro, terá como tema principal a elaboração de estratégias de chamamento às mulheres.
Assinar:
Postagens (Atom)




